mesa de um restaura de puerto madero

vasosenpuerto

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passeio gastronômico

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já faz algum tempo que temos visitado l’alcova di gelsomina e nesse domingo fomos novamente. trata-se de um passeio muito bonito nessa época do ano. subir a serra, apreciar a paisagem e arquitetura, passear pela praça e comer ouvindo um tango num ambiente despojado.

o cardápio apresenta algumas belas surpresas, demostrando bom gosto e talento vindo da cozinha servida “à francesa”.

então uma ida até silveira martins não significa necessariamente um passeio de comilança apressada para dar vazão às longas filas de espera como vimos em outros restaurantes, especialmente nesse domingo, dia das mães. soma-se ainda o fato de que é possível tomar um vinho que não seja tonini.

a rota gastronomica da quarta colônia é formada basicamente pela cantina pozzobon, em arroio grande, pelo restaurante val de buia, já na direção de silveira, pela cantina la sorella, a mais tradicional, e agora também pela l’alcova di gelsomina, do chefe mateus, meu considerado.

cardápio a porta

cardápio convidativo

eles carneiam, nós registramos

o final de semana foi bastante divertido. fomos novamente para o rincão do inferno, interior de lavras do sul,  só que agora com um casal de amigos menos acostumados com as lidas campeiras.

entre assados e passeios a cavalo, uma carneação de ovelha devidamente registrada em vídeo. a ideia é produzir um curta, pois usamos 2 minidv’s e outra fotográfica. 32 minutos de destreza.  o mote a ser trabalhado será justamente a naturalidade com que os homens do campo lidam com essas situações, deixando de lado o sensacionalismo barato que geralmente acompanha o olhar “civilizado” da cidade. em breve mais informações.

foto: fernando krum

eles carneiam e nós comemos

eles carneiam, nós registramos e depois comemos

carnaval, linguiça e hospital

depois de muito tempo pude curtir o carnaval. no sábado pela manhã nos lançamos pela BR 392 e 158km e 2 horas e pouco adiante, chegamos em lavras do sul. conforme combinado, encontramos familiares no famoso restaurante do freitas. mais famoso que ele somente a lingüiça e o feijão mexido servido abundantemente aos mais corajosos.

freitas, o filho, que carrega a fama conquistada pelo pai e mãe, se orgulha de seu estabelecimento ser conhecido também fora da lavrinha, justamente pela dupla lingüiça & feijão mexido.

eu não me preocupo comigo e tão pouco com os meus, porque somos glutões de longa data e também porque já conhecemos o cardápio do freitas de outros carnavais. agora, tenho pena dos infelizes que, mesmo avisados, se atracam. naquelas de não dá nada! uma amiga que foi junto, experimentou, gostou e repetiu.

seguimos mais 22 km, interior adentro, na direção do rincão do inferno. chegamos, largamos a bagagem e fomos pro rio camaquã. como tem chovido bastante, o rio estava alto e a água além de fria, muito turva. tipo o banho de capuccino em capão da canoa.

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voltamos pra sede, encilhamos os cavalos e fomos, os homens, 2 gaúchos e 1 bahiano (eu, claro), camperiar. depois que apeamos, fomos tomar um mate e vi a tal amiga tomando chá de marcela. caiu a noite e a janta foi servida, mas ela não quis, foi se deitar. a famosa dupla já tinha provocado efeito. não deu outra, lá pelas tantas foi preciso voltar pra cidade, rumo ao hospital. entre algumas paradas e falas de “eu avisei”, grande parte da bílis foi ficando na lataria da camionete e na poeira da estrada. que coisa triste de se ver, não desejo isso nem pra quem não gosto mais.

pra dramatizar mais a situação, nossa chegada antecedeu um acidente com uma moto que quebrou a perna dum folião, fratura exposta. segundo o médico, ficamos sabendo depois, a tíbia e o perônio foram quebrados em 3 partes diferentes. quebradura sempre tem prioridade sobre vomitação, então esperamos. ela começou a tremer de frio numa maca até que providenciamos uma coberta enquanto assistíamos a movimentação do grupo de amigos e familiares do motoqueiro quebrado, todos ansiosos e quase todos cheirando a álcool. como o hospital não tem recursos, acionaram uma ambulância para levar o sujeito pra bagé, onde poderiam operá-lo. aliás, como o carnaval de lavras virou referência na região, atraindo muita gente, a prefeitura mantém um serviço com ambulância e equipe para recolher e levar ao hospital os mais borrachos. uma espécie de trans bêbado.

resolvida essa situação, o médico pôde atender nossa amiga, diagnosticou como falta de costume com a linguiça campeira e aplicou plasil e buscopan nos canos. disse que ela precisava de pelo menos 1 hora, no soro. tranqüilizados com o atendimento e com tempo para esperar, fomos pegar umas cevas no birinait’s mercado de bebidas. baita nome! muito engraçado ouvir o dono do estabelecimento reclamando que quase não tinha mais cerveja para vender, tinha comprado mil fardos de latinha e o pessoal não parava de ir buscar, e era só a primeira noite.

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8 latinhas a menos, fomos resgatar a convalescida e presenciamos outra cena que somente o plantão de um hospital em época de carnaval possibilita, imagino. uma moçoila noutra maca totalmente embriagada sendo acalmada por alguns amigos, num estado um pouco melhor que o dela. uma dizia:

– nós tomamos uma garrafa de batida, ta ligado?! essa mina é fraca, porque eu depois ainda tomei uns sambas e tô aqui legal. …é meio bêbada, mas tô aqui.

outra dizia,

– é porque ela não comeu nada. ela tá acostumada a beber.

a médica, que havia começado o seu plantão, amiga dos lavrenses que nos acompanhavam, nos convidou para ficar ali mais um tempo para vermos o que ainda viria pela frente. ainda não era meia-noite. “mulheres bêbadas aparecerão mais umas tantas, e elas são fiasquentas, chatas, porcalhonas, um horror!”

ao vermos nossa amiga melhor, rindo encabuladamente da situação, tocamos rumo ao rincão novamente. afinal, o carnaval mal havia começado.

matsuri

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ontem, após a sessão do cineclube, fomos novamente ao Matsuri. além do sunomo de entrada, pedimos temaki de camarão e salmão com skin. na sequência, ainda, sashimi, também de salmão e um outro lance, que agora não recordo o nome. estava muito bom. de tanto que comi, hoje almocei  pouco

sunomo

sunomo

temaki

temaki

sashimi1

sashimi

costela na brasa

churras

O churrasco de costela é um prato típico do gaúcho. De tão simples e gostoso, até mesmo um catarina como o Giovane Rocha se aventura na arte do assado.

Giovane e sua companheira, Alessandra, estão indo embora para o Recife e estão numa maratona de despedidas dos muitos amigos que fizeram por aqui. Neste último sábado, o Giovane acordou cedo e foi até a casa do Seu Rigão (motora da Finish) e começou a preparar o fogo e a costela. Chegamos depois da 1h e em seguida pude confirmar que com um pouco de dedicação e capricho qualquer um pode fazer  um assado…heheheh.

Na verdade, o Giovane se vangloria de ter feito todos os churrascos da produtora, e não foram poucos. Assim ele leva pro nordeste esse conhecimento adquirido na prática.

giovane e alessandra - o amor é lindo

giovane e alessandra - o amor é lindo