mês do cachorro louco 2

cartaz_agosto

o primeiro mês do cachorro louco do cineclube foi em agosto de 2004, ainda na casa de cultura, quando exibimos o bebê de rosemary, o exorcista o iluminado e o outro não lembro.  na época, tínhamos a participação do pedro moreira, da elisa oliveira e do já famoso nenê vianna. o pessoal se dava ao trabalho de fazer um caminho de velas até o auditório entre outras coisas. bons tempos.

na versão 2, trabalharemos com filmes do mojica e outros curtas do mesmo segmento.

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oficinando

cine+

semana que vem começa a oficina do cine+cultura em porto alegre. são quase 60 participantes vindos de cidades diferentes dos 3 estados do sul do país.

“norteado por demandas apresentadas em diálogos com a sociedade civil, o ministério da cultura, sob orientação do programa mais cultura, promove a ação cine mais cultura. através de editais e parcerias diretas, a iniciativa disponibiliza equipamento audiovisual de projeção digital, obras brasileiras do catálogo da programadora brasil e oficina de capacitação cineclubista, atendendo prioritariamente periferias de grandes centros urbanos e municípios, de acordo com os indicadores utilizados pelo programa territórios da cidadania.”

a oficina de formação cineclubista tem um conteúdo extenso e vai ocupar todos os períodos da semana de 2 a 8 de agosto, no albert express hotel. o encontro ocorre em regime fechado, ou seja, somente podem participar os representantes das instituições contempladas pelo edital  que estarão hospedados no mesmo local, comendo, bebendo, descomendo, compartilhando conhecimento da manhã à noite. tipo, ninguém sai e ninguém entra. a equipe responsável pela produção e andamento da oficina é formada por francele cocco, francine nunes, fernando krum, luiz alberto cassol, gilvan dockhorn + eu.  a produção foi feita pela cocco e pelo krum e o conteúdo por todos.

depois da oficina, será feito o acompanhamento, através de monitoria e relatórios, de todos os contemplados.  outra etapa de pancadaria que deve durar 3 meses.

esperamos conseguir representar bem o cineclube lanterninha aurélio e formar novos cineclubitas que batalhem pela democratização do audiovisual. desejem-nos sorte agora, porque estaremos incomunicáveis até o término desse trampo.

aqui está o relatório das atividades

tem coisas…

seguindo a linha “tem coisas que somente a cesma faz por você”, ontem à noite rolou outra pedrada. um showzaço ao vivo com a out house birinight band.

era o encerramento do ciclo “rock’and roll não se aprende nem se ensina”,  proposto pelo cineclube. rolou ainda uma projeção sobre a banda com um show dos 30 anos do lynard skynard,

uma espécie  de interveção audiovisual.

o legal de fazer uma atividade como a de ontem é trazer para dentro do auditório da cesma uma porção de pessoas que nunca tinham vindo até aqui, assim, além de conhecerem o lugar e suas possibilidades, podem se tornar frequentadores e daqui há pouco associados. devia ter umas 250 pessoas, porque são 200 cadeiras, todas foram ocupadas, tinha gente na escada e sentada no chão do mesanino, fora os que estavam de pé.  outra prova de que o rock tem fãs até em tempos de gripe do porco.

outra coisa é que como a tv ovo descobriu o caminho das pedras, rolou novamente o show ao vivo pela internet

out_house

com 6 anos de estrada, a banda santa-mariense apresentou um set baseado em suas canções autorais, mas também algumas homenagens às suas referências sonoras dos anos 60/70.

uma pedrada após a outra.

o  ciclo foi promovido pela cesma/cineclube Lanterninha, itapema fm 105,7 e jornal diário de santa maria. os sobrinhos do sirotsky fizeram sua parte e deram visibilidade ao negócio.

Acompanhe o trabalho da outhouse birinight band no blog dos caras e no my space

a noite de ontem foi demais…

ontem tivemos mais uma prova de que o blues não morreu. pelo contrário continua vivinho da silva. apesar de todas as dificuldades, a noite de ontem foi uma daquelas para ficar em nossas memórias por um  bom tempo. história para contar sempre que estiver numa roda de amigos e quiser ter algo legal para compartilhar…porque não bastando a apresentação no theatro treze de maio, que foi um dos melhores shows que assisti no súltimos tempos, a coisa seguiu na casa dos gründling, o alexandre guitarrista da lenha seca e familia receberam os músicos e mais uma galera para compartilhar muitos pedaços de pizzas gigantes e milhares de cervejas. claro que rolou uma jam na sala, com direito a guitarra e baixo plugados.  são pouquíssimos que podem dizer que tiveram o danny vincent tocando guitarra e cantando na sala de sua casa. coisa que somente uma família que gosta de música e de pessoas possibilita. viva os gründling!!!

bom, outro grande barato foi a magia que a tv ovo, com assessoria do fernando krum, fez uma transmissão ao vivo do show do theatro.  twittando e usando o msn, o pessoal logo espalhou a noticia e em algum momento chegou a  ter mais de 100 pessoas assistindo o show pela internet. viva a tv ovo!!

em seguida vamos lançar umas fotos. agora vou lá, acordar os caras pra liberar o hotel.

fotos: Fernando Krum

aqui 2 vídeos: 1 2

Danny Vincent em única apresentação em Santa Maria

danny_vincent

Danny Vincent, compositor, guitarrista e produtor argentino, chega a Santa Maria convidado pelo projeto Cesma in Blues para apresentação única.

Após 3 discos gravados em Buenos Aires, Argentina, Danny chegou ao Brasil em 1990.  Fundou a Albatross Blues Band e formou a sua atual banda em 1994, e desde então, tem tocado em todo território brasileiro, Chile, Uruguai e Bolívia, em mais de 1200 apresentações. A fusão entre o Blues Americano e o Rock Latino propicia uma cor inconfundível aos seus shows e lhe concede o rótulo de ser o único guitarrista da América Latina fiel ao legado de Carlos Santana.

Em 1996 grava pela Paradoxx o seu CD “Blues at Close Range” elogiado pelas mídias Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Guitar Player e Backstage.  Em 1997 faz um especial para a TV Cultura junto com Nuno Mindelis. Tocou nos mais importantes festivais de Blues Internacionais feitos no Brasil (“Nescafé & Blues” versões  95 e 96 no antigo Palace), compartilhando palco com artistas do calibre de Ronnie Earl, Robben Ford e Robert Cray.

Produziu o 2° (On the Loose) e o 3° CD (Navegaita) do gaitista Flávio Guimarães, sendo arranjador e co-autor de 5 músicas de “Navegaita”.

Em 1999 abre o show de B.B.King no Via Funchal  e o 1° Natu Nobilis Blues Festival (Porto Alegre) .
Abre também o último Bourbon Street Blues Fest na noite de Mark Hummel, considerado um dos 3 maiores gaitistas do mundo, e depois faz uma turnê com ele pelo Brasil.

Foi convidado para participar dos 3 encontros Internacionais de Harmônica do Brasil, realizados no SESC Pompéia, acompanhando a maioria dos músicos estrangeiros e nacionais. Em 2001 acompanhou Jimmie Wood e Johnny Rover. Em 2002, Mason Casey e em 2003, novamente, Mark Hummel. Já em 2004 comandou a banda de apoio para todos os gaitistas do Brasil. Neste último encontro, Mark Ford, irmão de Robben Ford, convidou Danny para tocar no final do seu show e elogiou muito o seu trabalho.

Em dezembro do ano que passou, tocou no Festival Paceña de Blues na Bolívia, junto a bandas de todo o continente.
No começo de  março de 2004 participou do consagrado Festival Internacional de Blues em Rio das Ostras, onde se apresentaram entre outros, Norton Buffalo (EEUU), Naná Vasconcelos e Yamandú Costa, e no final do mesmo mês voltou a Rio das Ostras para realizar o Tributo a Carlos Santana para 20.000 pessoas.

Danny_03

Os gaitistas da nova safra, Big Chico e Robson Fernandes, têm procurado os serviços de Danny. O primeiro como produtor musical (Blues is my Life) e o segundo como compositor de uma das musicas (Memories from Home ) do seu CD Sampa Blues.

Participou dos 2 Festivais Internacionais SESC´N BLUES 2004 junto a Stanley Jordan, Eddie C.Campbell e os maiores nomes do Blues do Brasil, realizados nas cidades de Ribeirão Preto e Santo André, onde finalizou o seu  show com a platéia toda aplaudindo em pé.

Participou em 2005 do festival de Blues do SESC São Carlos, acompanhado da excelente banda local Blues The Ville.

Participou ainda do Festival Internacional de Blues no SESC Araraquara, juntamente com Nuno Mindelis e Kenny Brown.

Em Novembro de 2005, Victor Biglione, Kenny Brown e Danny Vincent foram as atrações do Festival Internacional de Blues em Recife.

Em Dezembro de 2005 formou novamente dupla com Biglione no SESC Consolação abordando a veia latina de seus trabalhos.

Em Abril de 2006 Danny Vincent faz pela terceira vez o consagrado Danny Vincent -Tributo a Santana em Rio Das Ostras para 40.000 pessoas.

No ano de 2007, decide dar uma pausa para viajar para Argentina e terminar seu CD.

Na volta, é chamado a participar do “Manguetown Blues Festival” com a participação de destacados músicos de Blues do Brasil, entre eles Blues Etílicos.

Em 2008, Danny faz uma turnê pelo nordeste em 4 cidades, patrocinado pela OI Telefonica.
Sempre acompanhado por uma banda excepcional, os explosivos shows da Danny Vincent Band ficam na memória da platéia pelo sentimento e entrega.

No show de Santa Maria, Danny Vincent estará acompanhado pelo gaitista Jair Silveira, com quem tem dividido os palcos nessa turnê pelo sul do país. A abertura do show fica por conta da empolgante banda santa-mariense, Lenha Seca, comandada por Leonardo Copetti. Inclusive, a primeira edição desse novo formato do Cesma in Blues se deu com uma apresentação do Lenha, dia 22 de maio. Lembra?

Lenha Seca

Amanda Schreiner (Vocal)
Ninu Ilha (Bateria)
Leonardo Copetti (Harmônica)
Alexandre Cassel (Baixo)
Alexandre Gründling (Guitarra)
Vitor Vareiro (Guitarra)

O que: Cesma in Blues: Show internacional com Danny Vincent

Quando: 27 de julho, segunda-feira, 20h

Onde: Theatro Treze de Maio

Quanto: R$ 5,00 (estudantes, sócios do Teatro Treze de Maio);

R$10,00 público geral

Contato: bluesover@hotmail.com /

(011) 9377 9849 / 55 96319219

Opiniões

“O melhor guitarrista que eu vi desde que cheguei ao Brasil”

Nuno Mindelis –18/08/94 Correspondente para Sesc Pompéia

“O melhor espetáculo de Blues feito em Pernambuco em todos esses anos.”

Giovanne Papaleu, músico e produtor artístico das casas de espetáculos Downtown,  Uruguai Club, e Biruta no Recife e Olinda. – 30/07/ 2000

“Danny é o melhor guitarrista de Blues do Brasil”

Flávio Guimarães ( Blues Etílicos) – Diário da Manhã – Goiânia-21/07/99
“O melhor compositor de Blues fora dos padrões tradicionais”
Airton Seligman – 31/06/96 Jornal da Tarde – Caderno SP Variedades

“O CD de Danny é Blues da melhor qualidade”

Revista Backstage Número 21, ano 1996

“Um espetáculo para bluseiro nenhum botar defeito. Prato cheio para os amantes dos Blues”

Revista ROCK BRIGADE Número 130, ano 1997

“Destaque entre os lançamentos do mês”

Airton Mugnani Jr. – Revista On & Off

“Danny Vincent, dono de uns dos fraseados mais funky debaixo da linha de Equador”

Edson Franco – Folha de São Paulo-11/02/1999

“Danny é único no cenário de Blues de Brasil”

Airton Seligman – 24/03/96 Caderno Se diverte – Jornal da Tarde”

Arquivo para download: dannyvincent.jpg




manifesto mosaiquiano

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Manifesto mosaiquiano pró terror

Nós do Mosaico, metidos como poucos, queremos através deste declarar nossas boas intenções para com tua irmã. No entanto, antes de qualquer coisa, vamos te dizer que no fundo, bem no fundo mesmo, gostaríamos de estar novamente com tua mãe. Depois de saber que tu és um dos nossos filhos bastardos, saibas que o que herdaste é o gosto pelo rock’n’roll, pela bebida barata e ambientes esfumaçados. Desta forma, cá estamos novamente no DCE velho de guerra, esperando por uma festa que teima em começar tarde. E tu aí, meu chapa, serás testemunha ocular deste grande acontecimento que é o lançamento do CD “Reciclando Terror”, produto do árduo trabalho da rapaziada da TSF: Alexsandro, Bob, Alf e Homero. Sim, eles ralaram para estar aqui hoje, pois batalham pelo rock, tanto que o elevaram à potência hardcore. Participam desta festa a “Profane Mind” e outra banda surpresa (???). Cá pra nós: estamos desconfiados que este lugar vai lotar de figuras estranhas, chegadas numa gritaria e algumas viagens extra-sensoriais provocadas por estímulos externos e  atucanações pessoais. Esqueça as provas finais, esqueça o marasmo, esqueça a friaca, esqueça a falta de grana e a ressaca de ontem. Afinal, não é sempre que criadores e criaturas se encontram. Te envereda guri!

O grupo intitulado Mosaico com atuação em todo o ano de 2003, formado por: Atílio Correa, o Seco, Gilvan Dockhorn, Homero Pivotto,  Jeane Baron, Marcos Borba, Paulo Tavares e Paulo Henrique Teixeira (eu mesmo), tinha a pretenção de contar a história do rock em Santa Maria, através da produção de um documentário e outros materiais escritos, como forma de preservação da cultura musical da cidade.

Foram feitos vários contatos, entrevistas, pesquisas em jornais de época e em acervos particulares. Uma verdadeira movimentação de adesão em torno da proposta.

O projeto foi se mostrando cada vez mais extenso, exigindo mais e mais dos participantes e a coisa acabou ficando pelo caminho.

Esse texto aí de cima é foi uma das provocações que rolavam na noite santa-mariense antes de alguns shows locais,  e integra a série MOSAICO que passei a postar para que estes arquivos possam ser compartilhados com tod@s, afinal a ideia continua sendo boa.

BANDAS (80’s e 90’s)


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1)         Abstrath – Frederico (guitarrista), Zezinho José Ernesto Cacciari       (guitarra e vocal), Roger Maza (batera), Marcos Brondani  (baixo)  – shows: Bombril e nas Dores

2)         A Bruxa – Renato Molina (1 vocalista), Clovis Muller (baixo), Guidão (guitarra), Pipoca (Ernesto Cacciari) (batera), Jesse (guitarra base)
Da série clássicos do rock de sm: A Bruxa � Renato Molina... on Twitpic

3)         A Gorda Ilíada – Pedro Ribas, Antônio

4)         Acesso Secundário – Armando Ribas (bateria), Marshal (guitarra), Patrick (guitarra e vocal) Antero (Baixo), 2ª formação com Alessandro (baixo)

5)         Anúbis – Guilherme Barros (guitarra), Pinto (vocal)

6)         Apostilas Coloridas – Conrado, Fábio

7)         Asco – Alessandro Casale, Giovanni Casale, Eduardo Pipa e Felipe

8)          Avenida Principal – Fred (guitarra), Arion Pilla (vocal), Claiton (baixo) Roger Maza (batera)

9)          Banana Explícita – Zé guitarra, Fernandinho baixo e vocal, Marcilio bateria

10)       Banda Beco – Alex (batera), Toninho (baixo), Sapo (Vocal)

11)       Barfly – Galileu

12)       Black Cat Bone – Batavo

13)        Blackout – Fábio

14) Black Rain – Cláudio Uglione, Tite, Pinto vocal

15)       Could Turkey – Pound – Jacaré/Duda/César

16)       Damage – Ricardinho/César

17)       Darkness – Conrado

18)       Dedé E Os Incompetentes –  Leandro Minusi, Dede Braunstein bateria

19)       Deist – Paulo

20)       Repressão Central – Marcos Brondani baixo, Cezar Albenez guitarra, João Sechi guitarra e vocal, Marcelo Machado batera – 2ª formação entrou Beto Dry guitarra e vocal

21)       Dirty Job – Paulo Finger

22)       Doce Veneno – Arion (vocal) Marcelinho (batera), Guilherme Barros (guitarra) baixo Edson Streit

23)       Drizzle – Tampa

24) Dr. Olavo – Guga, Gontan, Roger Maza

25)       Feeling – Lapan/Sininho

26)       Floricultura – Véia/Mário

27)       Fuga – Pylla

28)       GDE – Max/Mano

29)      Janu e Banda Utopia – Janu vocal, Caíque Baixo, Leandro Chato Guitarra, Coco bateria

30)       Joker Soul – Playker/Alkindar

31)       Lágrimas de Sangue – Pipoca/Espanhol/Guido Isaías

32)       Mais-Valia – CEU I

33)       Metal Morfoses – Naban

34)       Mingau de Morango – Cantídio baixo e vocal, Paulo

35)       Mobdick – Evandro/Luisito

36)       Névoa Púrpura

37)       Nocet – Molina, Gustavo Assis Brasil, Banana batera, Leandro Machado teclado

38        Mostradanus – Lanis Osório

39)       Nuc Temeron/ Garbage/Serpent Rise – Agnaldo

40)       O Apartamento e Suas Possibilidades – Fábio/Véia

41)       Os Prezas – Dedé

42)       Orion / Névoa Púrpura – Alessandro Casale, Geléia, Cenoura, Vanderlei

43)       Ossification – Mandíbula

44)       Paranóia – Ruivo

45)       Pirotecnia – Gérson Rios

46)       Ponto G – Luisito

47)       Pound – Fúria: Duda

47)       Propedêuticos – Jean Dominique guitarra, Paulo Bilha baixo e vocal e Armando Ribas (batera)

48)       Quebra-Três – Marcílio / Celsinho / Fernandinho

49)       Quintal de Clorofila – Nejandre/Dimitri

50)       Rerun Novarum – Alexandre Pistóia baixista, Gustavo pistóia guitarra, Marcos Brondani vocal, Mark Weber batera

51)       Ribombos – Chico

52)       Thanos – Negrão (primeiro vocalista), Rafael, Gonçalo, Naban, Pylla

53)       Terça Folha – Suzana

54)       TSF – Bob / Alexsandro

55)       220 woltz Cláudio Uglione batera, Pylla vocal, Tite Moreno guitarra

Esta foi uma  lista que o Mosaico fez, mas que precisa ser melhorada.  Então, se quiser ajudar, acrescente outras bandas, formações e o que mais quiser.